quarta-feira, 15 de outubro de 2014


DE GOTA EM GOTA SE FAZ UM RIO!!!

Título do jornal:Folha de São Paulo
Local de publicação:de Ribeirão Preto
Data:Terça-feira, 26 de agosto de 2014

A umidade do ar caiu para níveis de alerta, em grande parte do estado de São Paulo
 Na capital o ,índice chegou a 14%, a umidade atingiu 12%.Ab baixo disso, é considerado estado de emergência pela OMS.
 Em Barretos e Pradópolis na região de Ribeirão Preto, a umidade relativa do ar chegou a 13%.
 Com exceção do litoral em praticamente todo o estado ,a umidade ficou a baixo de 20%.
 Na capital, a umidade deve passar dos 30%.
 Há possibilidade de chuva.









FONTE: http://veja3.abrilm.com.br/assets/images/2010/8/16391/ar-seco-sp-fotoarena-620-size-598.jpg
    

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

PLANEJAMENTO 3° ETAPA-livros

Minha professora lurdinha, como já é tão organizada, tem todos os nomes dos livros  de literatura da próxima etapa.

Aqui estão:
  • "As palavras voam" de Cecília Meireles 
  • "Crianças meu amor"de Cecília Meireles 
  • "Alucinado som de tuba"de Frei betto
  • "O segredo da nuvem"de Ignácio de Hoyola Brandão
  • "Guerra dentro da gente" Paulo Lemenski

PLANEJAMENTO DE TRABALHOS COM OS LIVROS

1°projeto-"confabulando na rádio" :
  • Escolher uma fábula 
  • Trancreve-la ou colá-la no caderno 
  • Trazer o caderno dia 15/09 e agendar a gravação 
2°projeto-"scrapbook"poemas e textos
  • Escolher 20 poemas e textos dos dois livros de Cecília
  • Copia-los
  • Trabalhar a colagem usando a técnica do scrapbook

terça-feira, 26 de agosto de 2014

MITOLOGIA GREGA

oi pessoal,
hoje teve um teatro dividido em grupos sobre a mitologia grega foi D+.
O meu grupo chamava fúria de titãs.Tinha 5 personagens:
Perseu(Bernado), Andromeda(Carol), Medusa(eu), mãe de Perseu(Maria Clara) e Kraken(Guilherme).
O teatro que mais gostei foi do grupo Mundo infernal.
tirei uma foto minha com o cabelo de Medusa:
bjks







                                                                                                                ficou TOP!!!

sábado, 23 de agosto de 2014



A ilha do tesouro


Num lugarejo litorâneo da Inglaterra no século XVIII, a chegada de um personagem extraordinário a pequena estalagem Almirante Benbow chamou a atenção de Jim Hawkins um garoto com apenas doze anos. O marujo, apresentou-se como Capitão Billy Bones. Passava os dias embriagando-se com rum enquanto vigiava sem descanso, a caminho para a estalagem.  Durante um dos ataques que o acometiam pelo excesso de bebida, Billy Bones, acreditando que ia morrer, confessou ter servido como imediato no navio de um temível pirata, Capitão Flint de quem havia herdado o mapa de um tesouro. Vivia apavorado com a possibilidade de ser encontrado por seus antigos companheiros, em especial um homem com uma perna de pau de quem dizia, o próprio Flint tinha medo. E realmente chegaram outros dois piratas trazendo para o capitão a marca negra, um aviso macabro que anunciava ao condenado a hora da sua morte.   Com o pavor e o excesso de rum, Billy Bones morreu e o jovem Jim, compreendendo o terrível perigo que seria continuar na estalagem, fugiu levando consigo algumas moedas de ouro e o mapa do tesouro. Aconselhando-se com seus amigos, Drº. Livesey e Lorde Trelawney a quem mostrou o mapa, Jim iniciou sua aventura.
  Partiram para o Porto de Bristol, na costa oeste da Inglaterra, a fim de providenciar o necessário para sua expedição à Ilha do Tesouro. No porto travaram conhecimento com Long John Silver, um veterano do mar e o contrataram como cozinheiro do Hispaniola, uma escuna moderna para a época, rápida e de fácil manejo. Através do mesmo Long John escolheram toda a tripulação, à exceção do capitão Smollett e de outros dois oficiais. Logo ficaria evidente para todos que Long John Silver com sua perna de pau, sua inteligência brilhante, suas maneiras matreiras e seu papagaio (que ele chamava de Capitão Flint e que carregava empoleirado sobre um dos ombros aos gritos de “Moedas de ouro, moedas de ouro!...”, era bem mais que um simples cozinheiro.
  Finalmente o Hispaniola partiu. Tal era o domínio que Silver exercia sobre os homens que durante muitos dias nada pareceu errado, até a noite em que Jim ouviu inadvertidamente Silver falar sobre um motim para tomar o navio. Jim contou o que ouvira a seus amigos e foi só a custa de grande domínio e muito sangue frio que os oficiais conseguiram seguir viagem sem deixar que os marujos percebessem estarem a par do terrível perigo que corriam. Sabiam que Silver não faria nada até estarem em terra, na Ilha do Tesouro e de posse do mapa.
   Conseguiram iludir os piratas e na Ilha entrincheiraram-se numa paliçada fortificada com mantimentos e munição. No entanto o jovem Jim, seguindo um impulso aventureiro, havia escapado para a ilha num dos botes dos piratas e embrenhou-se na mata, encontrou um personagem ainda mais extraordinário, o velho Ben Gunn, que havia sido abandonado na ilha três anos antes. Dentre as loucuras que dizia, Ben Gunn falou de um barco que havia construído e isso interessou a Jim. Na paliçada com seus amigos, Jim relatou seu encontro com o pobre louco.  Seguiram-se terríveis batalhas entre os piratas assassinos e os homens da paliçada, nenhuma proposta de trégua sendo aceita em troca do precioso mapa ambicionado por Silver. Jim sempre fiel aos seus instintos, abandonou a paliçada clandestinamente para procurar o pequeno bote construído por Ben Gunn. Voltou ao Hispaniola, e com uma manobra arriscadíssima em que quase perdeu a vida, levou a escuna para uma praia distante, protegida por rochedos que a defenderiam dos fortes ventos e ali deixou o navio encalhado na areia, pronto para ser retomado por seus amigos.
  Voltou para terra orgulhoso do feito e foi direto para a paliçada. Entrou em silêncio, à noite, enquanto todos dormiam e só percebeu seu erro quando ouviu os gritos do papagaio. Caiu prisioneiro dos piratas. A posição de Silver como líder estava muito enfraquecida. Para os piratas a expedição havia sido um desastre, reduzidos a seis homens, alguns doentes com malária, obrigados a aceitar a liberdade dos oficiais em troca de algum mantimento para não morrerem de fome e sem o tesouro. Apenas o grande conhecimento de Silver sobre aqueles homens que embora rudes assassinos eram de uma ingenuidade absoluta, crédulos e incrivelmente supersticiosos o mantivera vivo e com voz de comando. Mas corria incrível perigo e com ele Jim Hawkins.
  A visita do Drº. Livesey na sua missão de médico, deu a Silver a oportunidade de negociar para si a proteção dos oficiais em troca da defesa da vida de Jim. E assim, quando a busca ao tesouro revelou que o baú com as moedas de ouro havia sido levado por Ben Gunn há muito tempo, os instintos assassinos dos piratas voltaram-se contra Long John Silver e o menino, as armas vigilantes dos oficiais dispararam para proteger a ambos. Com os piratas definitivamente derrotados, o Hispaniola partiu com seus oficiais, Jim, o tesouro, Ben Gunn e Long John Silver. A fuga do pirata levando consigo parte do tesouro deixou um eco com os gritos estridentes do papagaio: “Moedas de ouro, moedas de ouro, moedas de ouro...!”



PESQUISA

2)Quem criou Movimento Armorial?

Movimento Armorial foi uma iniciativa artística cujo objetivo seria criar uma arte simples a partir de elementos da cultura popular do Nordeste Brasileiro. Um dos fundadores e diretores foi o escritor Ariano Suassuna.
3)Onde e quando iniciou esse movimento artístico?
O expressionismo foi um movimento artístico que surgiu no final do século XIX e início do século XX como uma reação à objetividade do impressionismo, apresentando características que ressaltavam a subjetividade.

PESQUISA

1)O que é Movimento Armorial?

O Movimento Armorial tem seu marco inicial alicerçado na obra do escritor e dramaturgo paraibano Ariano Suassuna, integrante da Academia Brasileira de Letras. Tendo como meta fundamental elaborar uma arte de natureza erudita entretecida por ingredientes típicos da cultura popular, esta corrente artística foi lançada no dia 18 de outubro de 1970, em um ritual consagrado na Igreja de S. Pedro dos Clérigos, acompanhado por uma mostra de artes plásticas e pela apresentação da Orquestra Armorial de Câmara, que tinha então como regente o maestro Cussy de Almeida.
Esta corrente é marcada principalmente pela tendência de Suassuna em sintetizar elementos e figuras da cultura do povo nordestino e obras clássicas da literatura universal. Esta mistura de gostos e expressões é o móvel que inspira o tempo todo o autor e seus companheiros do Movimento Armorial, que foi criado para fazer face ao massivo domínio dos imperativos culturais estadunidenses no Brasil.
Os integrantes do Movimento têm como objetivo empenhar todas as modalidades artísticas nesta direção – música, dança, literatura, artes plásticas, teatro, cinema, arquitetura, entre outras expressões. Assim, figuras de todos os campos se uniram neste esforço nos anos 70: Antonio Nóbrega, Antonio José Madureira, Capiba, Jarbas Maciel e Guerra Peixe, dentre outros nomes conhecidos.
A Corrente Armorial está profundamente vinculada à produção da literatura de cordel, à moda de viola, a instrumentos como a rabeca, a qual cria a atmosfera sonora que sustenta o canto dos músicos que seguem esta filosofia. As capas de seus trabalhos são manufaturadas com a técnica própria da Xilogravura, segundo os ditames desta arte inovadora.
A expressão ‘armorial’, um substantivo em nossa língua, sempre teve o sentido de ‘livro de registro de brasões’; Suassuna, porém, conferiu-lhe um caráter adjetivo, para que assim ela definisse qualitativamente o canto do romanceiro – coleção de romances pertencentes a diversas escolas literárias -, os acordes da viola e os demais elementos que tecem este movimento.
Sob a batuta de Suassuna o movimento deslanchou, com a participação ativa de diversos artífices e escritores do Nordeste brasileiro e o suporte essencial do Departamento de Extensão Cultural da Pró-Reitoria para Assuntos Comunitários da Universidade Federal de Pernambuco, conquistando também o auxílio oficial da Prefeitura do Recife e da Secretaria de Educação do Estado de Pernambuco.
O Movimento Armorial deu um impulso significativo à cultura brasileira, permitindo, assim, que ela fosse respeitada em todo o Planeta. Ele não se restringiu ao âmbito cultural, uma vez que estendeu sua influência também ao universo da moda e à esfera comportamental, gerando na época uma marca existencial típica do final do século XX.
Nesta corrente cultural tudo que representa a cultura popular é realmente significativo, desde as encenações em ruas e praças, com imagens extraídas do contexto mítico, cantares, trajes de príncipes tecidos com farrapos, bichos enigmáticos como o boi e o cavalo-marinho, integrantes do bumba-meu-boi, até os teatros de bonecos e outros elementos da criatividade nordestina.

RESSUMO CONTO DE ESCOLA

Conto de Escola" é narrado em primeira pessoa por um narrador já adulto, que retorna e analisa criticamente um episódio ocorrido em sua infância. 
A história contada por Pilar - o narrador - é a seguinte: numa segunda-feira, pela manhã, Pilar decidia se brincaria no morro de São Diogo ou no campo de Sant''Anna. Lembrando-se, porém, da sova de marmeleiro que o pai lhe dera por causa de dois suetos* na semana anterior, decide ir à aula. 
Na aula, é interpelado por Raimundo - filho do professor que lhe oferece uma moedinha de prata ganha em seu aniversário. Em troca, Raimundo pede a Pilar que lhe explique a lição. Pilar aceita, mas, durante o negócio, percebe que Curvelo, um outro colega, prestava atenção neles. Curvelo, logo a seguir, delata os colegas ao professor Raimundo. Este, furioso, atira a moeda pela janela e castiga os meninos com a palmatória, recriminando-os seriamente pela transação. 
Depois disso, Pilar promete a si mesmo que daria uma sova em Curvelo. Na saída, persegue-o , mas Curvelo consegue escapar. 
Na manhã do outro dia, depois de ter sonhado com a tal moedinha, Pilar sai com a intenção de procurá-la, mas sua atenção é desviada pelo batalhão de fuzileiros, que marchavam ao som de tambores. Desiste das moedas e segue-os marchando. Conta-nos que voltou tarde para casa, " sem pratinha nos bolsos nem ressentimentos na alma" no final pondera que Raimundo e Curvelo foram os primeiros a lhe dar a noção da corrupção e da delação.